Lembrando-me
de todos os meus relacionamentos mais intensos, aqui cabem uns 3 ou 4 paixões,
penso no que me levou a conhece-los. Alguns foram bem abusivos, devo ressaltar,
mas todos de algum modo me ensinaram um pouco de tudo o que sei hoje. E se dias
antes, ou minutos antes eu tivesse feito uma escolha diferente? Será que ainda
assim esbarraria neles?
Certa pessoa conheci num curso que fiz, outra
eu estava num piquenique e meramente pedi para que tirasse uma foto da minha
turma. Outro foi pela internet, mas de um modo em que eu conhecia a prima dele,
e bem... Aconteceu. De outro modo poderiam vir outros, ou não vir, mas até esse
“não vir” simboliza muito, acontece por alguma razão, por algum motivo. É o
mistério mais belo da vida: o que nos torna quem somos.
Depois de
me perguntar várias e várias vezes sobre isso chego a conclusão de que não há
conclusões. As finalizações ficam pra depois, os motivos também, as razões...
Apenas acontece quando tem que acontecer, é inconcebível um “e se”, pois já
aconteceu, já foi, e meramente surgiu do nada e tornou um todo em mim. E se
torna um todo em você também.
A questão
aqui é que precisamos perceber quando aparece a possibilidade de amar e não
deixar escapar. Pois o amor, quando é bom, carrega em si a semente da
transformação em todos os sentidos da vida, em todos os aspectos desta. E ele
perpassa, ele nos transpassa e nos transforma. E só somos quem somos por amar,
por conhecermos pessoas, sejam pais, filhos ou apenas nós mesmos... Somos quem
somos por quem encontramos em nosso caminho. E assim vamos seguindo...
Quando tem
que acontecer, e aqui vai um conselho especial, apenas deixe que aconteça. E
aproveite.
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