sexta-feira, 17 de junho de 2016

Será que amar é mesmo tudo?



        Acredito que essa pergunta nunca vá ter uma conclusão plena. Nunca. Porque amar é uma parte confusa da vida de cada ser humano. A gente cresce sabendo que esse sentimento existe, entendemos o quanto é importante, valioso, único... E só sabemos realmente o que é e como sentir quando acontece. Entendam o mais amplo conceito de amor. Aos pais, aos filhos, amigos, tios e tias... Ao outro.
      Estando em um lugar vazio, um quarto com o ventilador ligado e músicas românticas tocando no volume mais alto, pergunto-me sobre o amor. Em que momento ele surge realmente? Como saber diferenciá-lo de outros sentimentos? De outras sensações?
      É fácil apaixonar-se, atrair-se, desejar... Mas amar demanda tanto esforço, e tanta simplicidade ao mesmo tempo. Acontece como um sopro: nunca sabemos de onde, como, quando... ou por qual motivo. Mas surge em nós mesmos, em diversas instâncias, com diversos fundamentos, teorias e práticas.

      Sei que amo pelo olhar. Sei que amei pela saudade. E ainda assim, sabendo o que sinto, pouco sei sobre tudo isso, sou pequeno perante o amor. Talvez ele seja tudo, talvez não. O importante é o que ele é. E nós somos. 

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