Certa vez
recebi um “eu te amo” bem precipitado. Daqueles que acontecem quando a outra
pessoa bebeu demais. Talvez tenha sido rápido demais para mim, e não para ele.
Mas enfim. A parte que importa é que tempos depois eu lhe perguntei o que era o
amor. Sim, eu sou chato e faço esse tipo de pergunta quando quero entender
direitinho. E ele me veio com um simples: “não sei. É algo que se sente, ne?”.
Na verdade
amor não é apenas isso, e as pessoas deveriam saber que uma palavra tão pequena
basta para definir uma infinidade de emoções, de desejos, de realizações.
A-m-o-r... 4 sílabas... Um universo inteiro entre elas, entre nós.
Encontrar
no amor uma razão é a encontrar a razão do amor. Saber que ele é aquela chama
que te faz bem, aquele desejo de ser alguém melhor por outra pessoa, ou por si,
aquele momento em que o tempo parece parar por conta de sorriso recebido. Amor é
cura e ferida ao mesmo tempo, tomar para si o infinito do outro, doar-se sem
pressa, sem medo, sem esperar nada em troca.
Costuma-se falar sobre
algo que não se sabe? Costuma-se apenas empurrar essas letras sem significado?
Sem razão? Ao entregar algo tão precioso que seja gratuito, verdadeiro e
inteiro. Primeiro experimente ele em si mesmo, depois nos familiares e amigos,
depois num companheiro ou companheira. Experimente-o com empatia, com
compaixão, doando de forma real, tornando-o realmente consistente. Saiba o que
ele é.
E ele lhe
será precioso e universal.
Meus
amores, esse foi o texto de hoje. Eu estou reformulando os domingos, por isso
esse mês de janeiro não teremos nada neles, está bem? Mas em fevereiro vem com
força total. Se tiverem sugestões:
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Um beijão
e até segunda.
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