Forte né?
Ler isso, pensar sobre isso, sentir o coração e a mente pulsando em cobrança,
como se houvesse uma dívida enorme consigo mesmo, com o tempo, com a sociedade.
Li isso em uma publicação do face’ que continha algumas marcações como por
exemplo: se você houvesse se apaixonado seriam mais dez pontos, ou se tivesse
demonstrado mais quinze, assim por diante... Esperado um telefonema que nunca
veio? Com certeza valeria uns cinquenta pontos na escala cinza. Havia muitos
outros motivos de “fracasso”, mas vamos nos ater nesses, ok?
Vamos
começar com: você não é e nem nunca será um fracassado. Eu acho esse termo tão
infeliz ao ponto de provocar o adoecimento de grande parte da população apenas
por que eles não atingiram um padrão “aceitável”. Você não é um fracassado por
amar, não é um fracassado por estudar, muito menos por não gostar de estudar,
por ter entrado numa faculdade ou ter que trabalhar para se sustentar... Por
morar num bairro periférico, ou por fazer parte de uma minoria... Isso é
tolice.
E deixa eu
falar... tudo o que é falado se perpetua de alguma forma ou reflete um costume,
um hábito. Se encaixar num desses estereótipos enfraquece, diminui e te torna
suscetível a aceitar qualquer migalha vinda de onde for. Não caia nesse tipo de
armadilha, não se deixe levar pelo o que os outros falam de você ou pelo o que
alguém falou antes. Você é especial, e sua forma de ser é o que pode ser de
melhor para si, então evolua, esteja ao lado de pessoas que lhe fortalecem e
siga em frente sempre.
Batalhas
vão aparecer e você vai superá-las, ta bem? Só não escuta esse tipo de
bobagem... Não vale a pena. Seja ridiculamente feliz e ridiculamente amável...
Vai ver como as coisas melhoram.
Um abraço,
Alexandre.
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