quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Um conto deles sobre signos... virgem.




Naquela noite eu estava meio alheio a festa ao meu redor. Com um copo de whisky na mão, pouco me importei se tocava pop ou rock, se meus amigos dançavam freneticamente ou se encostavam na parede beijando outras bocas. Parecia insignificante à primeira vista, o maço de cigarros na minha mão, mas escondia vários mistérios e delitos cometidos por meus amigos enquanto eu simplesmente cuidava deles, como um pai ou irmão mais velho.
        Gostava de farrear, beber, curtir. Porém especificamente nessa noite estava de mal humor, fui arrastado, meus planos anteriores eram simples e agradáveis: filmes, pipoca e refrigerante, talvez uma pizza, ou um brigadeiro se eu quisesse improvisar muito. Sou metódico, quando idealizo algo tem que ser do meu jeito, quando mudam fico desconcertado e demoro pra me adaptar.
        Minha adaptação demorou três doses de whisky e dois shots de tequila. No meio da festa eu já nem controlava meu corpo, simplesmente ia em frente, aproveitava todas as distrações. Dancei com um amigo, desabotoei a camisa, paquerei a garota do bar. Subi na cabine do dj e implorei que tocasse clocks do Coldplay.
        E quando os primeiros arranjos começaram eu a vi. Linda em um vestido azul. Deslumbrante com o cabelo solto esvoaçando ao redor. Estonteante com os lábios carnudos abertos em um sorriso que pra mim poderia ser eterno.
        Desci decidido, tomei-a em meus braços, dancei. Não houve rejeição, mas sim reconhecimento de duas almas antigas. Toquei o rosto, a nuca, o quadril. Beijei firme, suave, intenso, arredio. Com os corpos em contato, com a música nos despertando, eu era dela e ela era minha.
- Tenho tantos mundo em mim que as vezes não sei lidar. – ela falou meio assustada, meio excitada.
Gargalhei, entendia a insegurança que também era minha, porém, como todo virginiano, nunca tive medo de descobrir um bom mistério. Então disse:
- Eu quero conhecer cada um deles.
        E era verdade. Cada parte minha e dela era verdade. E assim nos encontramos pela primeira e não última vez.

Por que eu escolhi Gêmeos e Virgem?

Ambos filhos de mercúrio, regidos pelo pai do intelecto e do pensamento rápido, a princípio podem parecer um casal tão improvável quanto o Sol e a Lua, e por isso dão tão certo.
Disputas intelectuais apimentam a relação, que por si só já é cheia de química. Geminianas são livres, virginianos são portos seguros, às vezes essa combinação pode ser favorável para o desenvolvimento de algo mais estável e saudável.
A tendência aqui não é combustão instantânea, mas um fogo constante e real. Não espere grandes surpresas na relação, mas sem dúvidas espere criatividade e romance e troca de carinho e afeto em momentos pontuais.
O maior cuidado a se ter é com o ciúme e com as fases de recolhimento dos virginianos, a falta de informação para a curiosa geminiana pode ser fatal. Ao mesmo tempo em que o virginiano precisa de um espaço pessoal e manter seus próprios sentimentos resguardados, não o sufoque ou pressione para que se abra.
Pares interessantes para gêmeos: sagitário, virgem, gêmeos, peixes.
Pares interessantes para virgem: escorpião, câncer, gêmeos, libra.

Agradecimento especial: Carolina Santos por disponibilizar essa foto tão linda. Obrigado flor.

Esse é o texto do signo dessa semana, na próxima veremos um dos pares de câncer... Qual cês acham que é?
        Sexta mais um texto, e continuamos por aqui. Sigam minhas redes pra ficar por dentro de tudo:
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Um abração e até mais!            

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